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Solvay Indupa apóia curso de Mobiliário adaptado em PVC
para profissionais do Grande ABC
Empresa, em parceria com Instituto do PVC e autoridades da região, trouxe à região a criadora dos móveis em PVC, a Terapeuta Ocupacional (TO) Grace Gasparini
A Solvay Indupa, o Instituto do PVC e a Agência de Desenvolvimento do ABC, em parceria com a Faculdade de Medicina do ABC, apoiaram a realização de um curso de formação na construção de equipamentos em PVC desenvolvidos para ajudar na recuperação de crianças com disfunção neuromotora.
O curso ocorreu nos dias 03 e 04 de Julho na Faculdade de Medicina do ABC onde a TO Grace Gasparini contou também com o apoio da fisioterapeuta Sandra Zoratti. O curso contou com 31 participantes, entre alunos e professores ligados à TO, e teve o objetivo de habilitá-los a produzirem mobiliário em PVC especialmente desenvolvidos para seus pacientes;
Grace Gasparini atua a 28 anos na área e iniciou produzindo móveis com madeira e ferro galvanizado, mas o produto ficava caro e pesado, o que dificultava que famílias de baixa renda tivessem acesso aos equipamentos.
A idéia de usar o PVC surgiu ao ver este tipo de mobiliário em um catálogo americano. A partar daí, desenvolveu os primeiros protótipos com seus alunos da disciplina “Tecnologia Assistida” na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) no Mato Grosso do Sul. A escola disponibilizou um espaço onde se formou uma clínica-escola que proporcionou o avanço do projeto e das pesquisas.
“Com o PVC podemos criar. Muitas vezes produzimos o que não existe no mercado. Além de ser um material leve, é fácil de manusear, regular, além de ter uma boa higienização e custo mais acessível. A criança consegue ter uma grande evolução, porque conseguimos adequar o mobiliário às suas necessidades”, afirma Grace.
Outro fator importante na utilização dos mobiliários em PVC é permitir que a família do paciente participe do processo de construção dos móveis junto com os Terapeutas Ocupacionais. “Nós encontramos recursos com o uso do PVC, mas o resultado reflete em toda família, com uma maior participação dos pais na reabilitação das crianças, proporcionando uma maior qualidade de vida.” finaliza a especialista.
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